Grupo de Pais – Entrevista

Entrevistado do mês de novembro de 2014.

Saudações a todos! O entrevistado do mês de novembro é Jarismar Duete, vice-presidente do CEFA. Ele coordena o Grupo de Pais, atividade desenvolvida todos os sábados das 15h 00min às 16h e 30 min. Vamos lá?

Boletim- Agradecemos por conceder esta entrevista. Quais são os objetivos do Grupo de Pais?

Jarismar – Caros amigos da equipe do Boletim e a todos os seus leitores, envio-lhes as minhas saudações de paz e alegria. Pois bem, a evangelização infantojuvenil do CEFA segue as diretrizes da FEB, a qual orienta, pedagogicamente, a divisão dos ciclos de estudo pelas faixas etárias, portanto, trabalhamos com crianças de meses, inseridas no programa de evangelização para bebes até adultos das mais variadas idades. Dentro desses ciclos está o grupo de pais e mães, o qual ojetiva, primordialmente, o estudo do Evangelho de Jesus iluminado pela Doutrina Espírita, bem como propiciar momentos de socialização e interação das famílias.

Boletim- Quais são as atividades desenvolvidas pelo Grupo de Pais?

Jarismar – Fazemos diversos estudos, tais como: o estudo do Evangelho, estudo de livros com enfoque nos desafios da vida familiar e atualmente, estamos estudando a apostila editada pela FEB, especificamente, para a reunião de pais, onde aborda os princípios da Dotrina Espírita. Também participamos das atividades de visitas a instituições, dentro do programa “Ouça a voz do coração”, do Grupo Musical Filhos de Assis, onde o grupo de pais e mães acompanha os evangelizandos nessas visitas.

Boletim–Quantos pais frequentam o Grupo de Pais e quem são eles?

Jarismar – Em média de trinta a quarenta participantes. São pais, mães, tios, avós, enfim, os responsáveis pelos evangelizandos. É gratificante, pois algumas vezes, os participantes levam amigos, vizinhos, que não são necessariamente espíritas. O debate enriquece e o ciclo de amizades se amplia.

Boletim– Quais são os benefícios para família de ter seus filhos na evangelização e seus pais participando deste trabalho?

Jarismar– Certa vez, uma mãe relatou no grupo que não frequentava a reunião de pais, porém levava a filha para a evangelização todos os sábados, a deixava e depois voltava para pegá-la. Ocorreu que um dia a filha a questionou sobre a importância da evangelização e ela respondeu que era uma oportunidde maravilhosa de crescimento intelecto-moral, então, a filha retrucou – mamãe, se é algo tão bom, por que a senhora não participa? – Desde então, aquela mãe tornou-se uma participante ativa, pois sentiu a necessidade de exemplificar para a filha aquilo em que a orientava. Veja só, a Casa propicia uma atividade em que podem estar junto todo o conjunto familiar, o que é raro nos tempos modernos da celeridade e da virtualidade. Se é importante convivermos o máximo possível, melhor ainda é quando essa convivência é pautada nos ensinamentos do Cristo. Já ouvimos incontáveis testemunhos de que a convivência familiar ficou mais agradável, amistosa, fraterna mesmo, o diálogo fluiu, após a participação integrada da família.

Boletim–Os pais que desejarem participar do Grupo de Pais, o que eles devem fazer?

Jarismar – Basta dirigir-se ao auditório do CEFA, todos os sábados, às 15h00min. Durante a acolhida serão direcionados para a respectiva sala de estudo e confraternização.

Boletim–Suas considerações finais:

Jarismar – Pois bem, lembro-me de Santo Agostinho, em bela passagem do Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo XIV, item 9, quando exorta: “Ó espíritas! Compreendei o grande papel da Humanidade; compreendei que, quando produzis um corpo, a alma que nele encarna vem do espaço para progredir; inteirai-vos dos vossos deveres e ponde todo o vosso amor em aproximar de Deus essa alma; tal a missão que vos está confiada e cuja recompensa recebereis, se fielmente a cumprirdes.”

Está claro, que a missão primeva dos pais e mães é ser o elo de ligação entre a criatura que nos bate à porta em forma de filho e o seu Criador, a sua essência, nosso Pai Maior, religando-os e despertando naqueles os nobres sentimentos e virtudes, muitas vezes latentes, como uma semente esperando o lavrador para despertá-la.

Para finalizar ouçamos o chamado de Amélia Rodrigues “… Quem instrui, oferece meios para que a mente alargue a compreensão das coisas e entenda a vida. Quem educa, cria os valores éticos culturais para uma vivência nobre e ditosa. Quem evangeliza, liberta para a vida feliz…”.

 Por Jarismar Duete

SEGUE ABAIXO FOTOS DO GRUPO DE PAIS

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